O essencial é invisível aos olhos.

... Levantei-lhe o balde até a boca. Ele bebeu de olhos fechados. Era doce como uma festa. Essa água era muito mais do que um alimento. Nascera da caminhada sob as estrelas, do canto da roldana, do esforço do meu braço. Era boa para o coração, como um presente. Quando eu era pequeno, todo o esplendor do presente de Natal estava também na luz da árvore, na musica da missa de meia-noite, na doçura dos risos...




(trecho "O pequeno principe" a. Antoine de Saint-Exupéry)

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